Nós somos uma equipe que faz parte do curso MGME e estamos trabalhando para tornar as nossa aulas mais interativas através do uso da tecnologia.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Sequência Didática - A cartomante - Machado de Assis
Esta foi uma sequência didática que desenvolvi no ensino médio.
1) Ler o texto individualmente
2) Leitura do texto e discussão em sala de aula, fazendo o levantamento de vocabulário e alusão ao contexto histório-social da época
3) Situar autor e caracteristicas da obra
4) Levantar questões de entendimento do texto
5) Levantar questões gramaticais
Experiências de Leitura
Minha experiência com leitura vem desde antes da alfabetização, sempre amei ver livros e quando aprendi a ler, ia sozinha à biblioteca da cidade retirar livros e os devorava...Fui alfabetizada com a cartilha do Dudu, aquela que a profesora ia distribuindo as folhas conforme o progresso do aluno.Nunca mais vi nem ouvi falar dessa cartilha, nao sei se alguem de vcs a conhece.
Bem, sempre tentei passar a meu filho e a meus alunos o gostinho de ler um bom livro e toda consequencia que isso traz...no bau que vc vai acumulando e na hora que precisa...ele esta ali, cheinho de coisas. Com isso quero dizer que ler é juntar riquezas, um bau do tesouro que vc vai abrir e usar as "joias" num momento futuro, como um concurso, na hora de escrever, de falar, de mostrar seus conhecimentos, sua cultura, enfim...a leitura é seu futuro, costumo dizer que quem nao gosta de ler está condenado a um futuro pobrinho...sem joias e sem seu tesouro.
Infelizmente, sinto que a compreensao do que digo está cada vez mais difícil neste mundo tecnológico, cheio de celulares, e outros acessórios que nao digo que não sao necessários, mas estao tomando conta do tempo da molecada. Alguns ainda deixam a gente feliz quando nos vem mostrar um livro que estao lendo, mas está ficando cada vez mais rara esta situação.
domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
Sequência didática - Primeiros infortúnios - Manuel A. de Almeida
Sugestões de sequência didática para o texto "Primeiros Infortúnios" - Manuel A. de Almeida
“ Primeiros infortúnios” -
Memórias de um sargento de milícias
I) Distribuir o texto para os alunos.
II) Contexto histórico
- Como é uma obra do período do Romantismo brasileiro, situar os alunos
em relação à época (“Era no tempo do rei...”) . Mostrar imagens de vestimentas, falar sobre
costumes da época.
III) Fazer a leitura
com os alunos – Os alunos poderão sentir dificuldades com alguns
vocábulos desconhecidos.
IV) Fazer levantamento
do vocabulário e contextualização dos personagens.
V) Interpretação do texto através de perguntas para a sala.
VI) Trabalhar substantivo, adjetivo e verbo . Pode-se trabalhar essas classes de palavras a partir das ações
e características dos personagens.
VII) Solicitar aos alunos que redijam uma narrativa com o
tema” Uma travessura de infância”.
Sequência Didática Presencial
Por Mariângela
·
1. MEMÓRIAS PÓSTUMAS DEBRÁS CUBAS (MACHADO DE ASSIS) Capítulo XIV/ O PRIMEIRO BEIJO
·
2. SEQUÊNCIA DIDÁTICA¢ Num primeiro
momento lançaríamos o tema do “Primeiro beijo” que para todas as pessoas, é uma
grande expectativa, porque todos já fomos adolescentes. A partir das discussões
que serão suscitadas, das experiências que, com certeza surgirão, está dado o
pontapé inicial para a posterior leitura do texto eleito.¢ (ativação de conhecimentos de mundo;
antecipação ou predição; checagem de hipóteses)
·
3- LOCALIZAR INFORMAÇÕES EXPLÍCITAS NO TEXTO: A partir da leitura do
texto é possível traçar o perfil físico e psicológico do narrador. Descreva-os.
Brás Cubas, o clássico adolescente, senhor de si julgando-se quase um Dom Juan
(bonito,charmoso e com as mulheres as seus pés),porém toda sua sensualidade e
segurança Cai por terra ao se deparar com uma jovem mais velha e mais
experiente. Paixão imediata.
·
4.– ESTABELECER RELAÇÃO DE CAUSA E CONSEQUÊNCIA ENTRE INFORMAÇÕES SUBENTENDIDAS
OU PRESSUPOSTAS E DISTRIBUÍDAS AO LONGO DO TEXTO: Levando-se em conta o
contexto de produção do romance:
·
a) Por que o jovem narrador se rende aos encantos de Marcela?
·
5.¢ Marcela difere das jovens casadoiras
da sociedade da época por seu jeito despojado, a sensualidade característica
das mulheres espanholas e o tom quase vulgar com o qual seleciona um para entre
seus muitos pretendentes.
·
6. b) Considerando a descrição feita sobre moça e o momento vivido por Brás Cubas, que tipo de relação poderá ser
estabelecida entre eles?(trecho do filme em que aparece a forma como Marcela
seleciona os rapazes de seu interesse).
·
7. ¢ Marcela só demonstrará interesse por
Brás se vislumbrar a possibilidade de tirar vantagem financeira dessa relação e
o jovem, por sua vez,assim que estiverem satisfeitas suas expectativas, e o
romance cair na rotina,perceberá que foi apenas usado por ela.
·
8. - INFERIR OPINIÕES OU CONCEITOS PRESSUPOSTOS OU SUBENTENDIDOS EM UM
TEXTO. Faríamos um momento de discussão para perceber os conceitos que a sociedade
da época tinha sobre esse tipo de moça e a comparação com a atualidade.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Sequência Didática Presencial
Por Ana Marta
Faça o Download da apresentação "Meu Primeiro Beijo" através do Link: http://goo.gl/2HTBv
Faça o Download da apresentação "Meu Primeiro Beijo" através do Link: http://goo.gl/2HTBv
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
Experiência de leitura desenvolvida em sala de aula com a 7a série da EE Dr. Salles Júnior/2012
O PEQUENO PRÍNCIPE
Uma experiência de leitura que deu muito certo foi a que desenvolvi com a 7a série do Ensino Fundamental da EE Dr. Salles Júnior, meu local de trabalho.
Adolescentes inspiram cuidados e uma dedicação mais que especial, afinal, trata-se de uma fase da vida que todos nós já passamos e sabemos como é; porém, os adolescentes de hoje são diferentes e possuem interesses que divergem da sala de aula. A maioria deles não possui experiência de leitura, tem problemas extraescolares, são agressivos no modo de se comportarem, detestam regras, assim como ler. Por isso, precisam ser cativados.
Pensando em um modo de tocar o coração deles com lições brilhantes de ética e cidadania, apresentei 'a sala o título "O Pequeno Príncipe".
O trabalho teve início com a apresentação do livro, pesquisas com biografia do autor, citações do livro, fotos, realizadas na sala de informática. Em seguida, formamos uma roda de leitura em que cada um lia um trecho. A cada capítulo, ou mesmo parágrafo, parávamos para discutir o conteúdo lido, o que estávamos compreendendo sobre a leitura. Percebi que os alunos estavam gostando e participando, apesar das dificuldades. Por esse motivo, procurava contextualizar através de exemplos mais concretos e estabelecer a intertextualidade. Claro que não consegui atingir 100% da sala, mas a maioria estava envolvida.
Foi então que o diretor propôs o resgate de uma Feira de Ciências que há 35 anosm pasmem, não acontecia, a famosa FACID.
Conversei com a sala e sugeri que poderíamos montar uma sala ambiente sobre o livro que havíamos estudado, afinal, seria muito bom compartilhar o conteúdo com os visitantes da feira, até porque se tratava de um público-alvo vasto. E eles amaram a ideia. Fiquei muito feliz.
Então, a hora de planejar a sala e por em prática a nossa ideia chegou. A equipe formou-se pelos alunos citados, a professora de português (eu) e o estudante de Letras da UNESP, ex aluno da Salles Júnior e em fase de estágio, Lucas Sutani Gastaldi, que nos ajudou muito, pois o trabalho a ser desenvolvido seria gigante para quem nunca havia trabalhado com oficinas e com a transformação.
E o resultado foi um sucesso e vocês poderão apreciar em algumas fotos anexas, pois são muitas Infelizmente, por falta de hábito, as fotos de bastidores não foram tiradas, ponto negativo, mas em outras oportunidades elas farão parte do trabalho.
Espero que vocês tenham gostado!
Experiência de leitura de Mariângela
Minha experiência com leitura se deu muito cedo, eu tinha uns 6 anos, naquela época não havia jardim de infância(como era chamado).Lembro-me ainda que não frequentava a escola e meus pais compravam livrinhos de história ( Branca neve...Os 3 porquinhos etc) e liam para mim e também me ensinaram as primeiras letras, logo estava escrevendo meu nome e outras palavras.
No primeiro dia de aula na 1ª série com a Profª Palmira(jamais vou esquecê-la), abri o caderno já escrevi meu nome e as palavras que meu pai havia ensinado.A professora me chamou a atenção e disse que começaríamos a aprendizagem de forma diferente.E aí veio os livros, o primeiro foi a cartilha " Caminho suave".
Naquela época não havia biblioteca na escola, mas podíamos comprar livros e trocávamos com os outros alunos.Lembro-me de alguns livros que me marcaram no decorrer da escolaridade: "Emilia no país da gramática" Monteiro Lobato, "A ilha perdida","Robison Crusoé", "Poliana Moça" e muitos outros, pois eu adorava ler, enfim gosto até hoje.Hoje leio sempre, a leitura dá ânimo, acalma,faz sair da rotina mental e enxergar as situações por outras janelas.Penso que não há idade para o despetar da leitura.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Dica de leitura virtual
Para quem se interessar, há um site com vários títulos para baixar gratuitamente!
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Boas leituras!
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Boas leituras!
terça-feira, 4 de junho de 2013
Descobrindo o mundo dos livros
Por Regina Elena
A minha experiência com a leitura foi um pouco diferente dos meus colegas de curso. Infelizmente, não tive uma avó que contasse histórias, e as poucas que ouvia dos meus pais eram relatos sofridos da guerra, da vida cheia de dificuldades em um país estranho para eles. Caçula de oito irmãos, sem recursos para adquirir paradidáticos, só fui ter contato com Monteiro Lobato, os Irmãos Grimm, La Fontaine...no primeiro ano, quando a professora nos levou à biblioteca da escola. Fiquei encantada pela quantidade de títulos, eu podia retirar e levar para casa... e era isso que eu fazia todas as semanas. Tornei-me amiga da bilbiotecária e um verdadeiro "ratinho de biblioteca".
A minha experiência com a leitura foi um pouco diferente dos meus colegas de curso. Infelizmente, não tive uma avó que contasse histórias, e as poucas que ouvia dos meus pais eram relatos sofridos da guerra, da vida cheia de dificuldades em um país estranho para eles. Caçula de oito irmãos, sem recursos para adquirir paradidáticos, só fui ter contato com Monteiro Lobato, os Irmãos Grimm, La Fontaine...no primeiro ano, quando a professora nos levou à biblioteca da escola. Fiquei encantada pela quantidade de títulos, eu podia retirar e levar para casa... e era isso que eu fazia todas as semanas. Tornei-me amiga da bilbiotecária e um verdadeiro "ratinho de biblioteca".
Na
férias, conheci a biblioteca municipal da cidade. Como podia ter tantos
livros reunidos em um só lugar!!!! Foi o primeiro passo, quando comecei a
trabalhar comprava os livros e imediatamente os encapava de vermelho.
Sim, a estante era vermelha!!!!
Hoje, tenho muitos livros e
não consigo mais encapá-los. O que me deixa feliz é que meus filhos
adquiriram esse mesmo gosto e encontram prazer em cada título que eles
leem.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Minhas experiências com a leitura
Por Ana Marta
Relembrar minhas experiências com a leitura faz-me refletir o quanto essa atividade não tinha importãncia para os professores do ensino fundamental nível I ( antigas 1a a 4a séries). Minhas professoras primárias nunca levaram a turma até a biblioteca, o único recurso que tínhamos eram a famosa cartilha Caminho Suave e, posteriormente, textos dos livros didáticos que eram trocados a cada ano, pois o trabalho não tinha continuidade. O que hoje chamamos de sequência didática, não existia na época Já no ensino fundamental nível II ( 5a a 8a séries) a experiência seguiu do mesmo jeito, com apenas uma diferença: a professora de português indicava uma lista de títulos e nós é que tínhamos que ir 'a biblioteca fazer a retirada dos livros. Essa leitura era avaliada através de fichas de leitura, resumos e provas. No entanto, observo que com a pequena experiência que tínhamos, achávamos suas indicações incoerentes, pois faltava-nos contextos para que pudéssemos entender tais títulos como, por exemplo, pedir que um aluno do 6o ano leia A Moreninha, A Mão e a Luva, todos os títulos de José de Alencar, enfim, falava mais alto a nossa responsabilidade de seguir o que ela impunha, pois éramos cobrados pela nossa família. Nunca saímos da sala de aula, nunca desenvolvemos nenhum tipo de trabalho além do citado. Mesmo assim, alguma coisa valeu a pena, caso contrário não teria seguido essa carreira. Hoje, quando observo que a minha clientela não valoriza o compromisso e é árduo o trabalho de conquistá-los para desenvolver um trabalho de leitura que consiga envolve-los, penso: todas as dificuldades pelas quais passei valeram a pena!
PEB II, 1988 - atualmente
Eu sou Ana Marta, mas todos me chamam de Ana! Moro em Dourado, SP, cidade que possui o marco do Centro Geográfico do Estado de São Paulo.Sou professora de Língua Portuguesa na Rede Pública Estadual desde 1988, ano em que comecei a lecionar em caráter excepcional, pois ainda era estudante de Letras na Faculdade de Educação São Luíz, em Jaboticabal, SP, pela Escola Estadual Senador Carlos José Botelho. No ano seguinte, mudei minha sede para a EE Tio patinhas, localizada no município de São Carlos, onde permaneci por um ano, pois em 1991, voltei para a minha primeira escola, na minha cidade natal, cujo prédio foi tombado como Patrimônio Histórico e local onde estudei da 1a até a 5a série. Lá trabalhei até 1997. Em outubro do mesmo ano, a escola Senador foi municipalizada por completo, então tive que reorganizar a minha vida acumulando cargo com o Estado na EE Dr. Pirajá da Silva, em Ribeirão Bonito. Segui carreira até efetivar-me no Estado em 2006, na EE Pequeno Cotolengo de Dom Orione, em Cotia, SP, removendo-me no ano seguinte para a EE Dr. Salles Júnior, Dourado, onde, no passado, cursei três anos do Ensino Fundamental e mais três de Ensino Médio. Alguns anos depois, retornei como professora.
sábado, 1 de junho de 2013
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